Domingo, 7 de Março.
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O sol estava forte neste domingo, prometia um dia gostoso e abençoado na casa de Deus.
Agradeci ao Senhor por Ele conceder para a minha família as bençãos diárias tão necessárias para a manutenção da vida.
Dentro de mim os pensamentos me levavam aos que estavam naquele mesmo instante nos mais diversos lugares com os seus infortúnios.
Todos os domingos à tarde nossa igreja faz evangelismo na favela, e neste domingo eu estaria entre os que iriam fazer a obra.
Fomos na igreja, o culto foi uma delícia, as orações, o louvor e o sermão para a nossa reflexão que falou a respeito de que muitas pessoas tem que continuar no deserto, porque quando estão ali se agarram com Deus e permanecem fiéis; ao passo que outras tantas quando saem do deserto com os seus problemas resolvidos se esquecem de Deus.
Chegamos em casa as 13 horas.
Por volta das 15 horas fui com a igreja na enorme favela da Vila Brasilândia.
Nos espalhamos, comecei a andar entre os barracos e fui caminhando como quem procura um lugar específico.
Lá pelo meio, andando entre a criançada que brincava pulando o esgoto a céu aberto, parei diante de um barraco.
O barraco costurado com tábuas e uma cobertura de telhas de amianto estava com a porta fechada, mas ouvi vozes lá dentro e me perguntei porque com aquele calor de mais de 30 graus alguém ficaria encerrado lá dentro; e foi isto o que me despertou à atenção.
Bati na porta, alguém me atendeu, fiquei admirado quando vi umas 12 pessoas dentro daquele minúsculo lugar.
Me identifiquei como evangélico e pedi permissão para ler a bíblia e dizer algumas palavras.
Um homem bêbado lá do fundo quis interferir, me expulsar e me impedir de continuar, mas as mulheres me protegeram e responderam dizendo: Pode falar pastor, é o que mais estamos precisando, todos estamos aqui tristes.
A dona do barraco estava recebendo a visita dos seus parentes; no dia 4 de Março o seu filho de 16 anos morreu esmagado por uma grande pedra que se desprendeu de um morro perto dali. O homem bêbado era o pai do rapaz; ele me disse que estava amargurado e cheio de ódio, queria saber onde estava Deus, porque as condições financeiras eram péssimas, e como se a desgraça fosse pouca, ainda perdeu o filho que amava.
Dentro do barraco parecia estar uns 50 graus por causa das telhas de amianto que nos afligia.
Em meu íntimo absorvi a miséria, a impotência e a agonia das pessoas que estavam ali desoladas; e me senti no deserto com elas.
Li um texto bíblico, expliquei, conversamos, procurei consolar aqueles pais, e orei pedindo ao Senhor a sua misericórdia sobre aquelas vidas.
De volta para casa as lembranças me traziam à memória aquelas fisionomias sofridas.
Aquele ocorrido tem me feito ponderar ainda mais no Ide, e nos desdobramentos daquilo que fazemos para Deus.
Não existe favela sem miséria; a injustiça social e a degradação do ser humano estão presentes em cada canto daquele lugar.
Pensei no sermão sobre o deserto, lembrei do que Jesus falou, que os pobres sempre estariam conosco, tentei enxergar os propósitos de Deus para aquelas vidas.
Agradeci ao senhor por poder levar a Palavra e algum consolo para aquelas pessoas em meio ao deserto por que estão passando.
A vida continua, a obra não pode parar, o que estará reservado para a próxima visita, que resultados Deus colherá no grande deserto da Brasilândia?
quarta-feira, 17 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Meu Deus.
Meu Deus.
Falar isto é tão bom, traz um sentimento de segurança, uma gostosa satisfação.
Preenche o vazio da alma, é o que importa de verdade.
Põe o que faltava em meu espírito, me anima e me revive.
Traz paz, acalenta meus sentimentos, da o rumo ao meu ser.
Diferencia e amplia minha visão.
Me mostra que o Senhor me alcançou, o quanto tem feito por mim.
Meu Deus.
Fez toda a diferença, me buscou e me pôs de pé.
Me mostrou a nova direção, me deu a chance, me renovou.
Sutilmente e com amor, agiu.
Marcou e me deu um novo tempo, me convenceu com delicadeza.
Meu Deus.
Amor que ensina, puro amor.
Amor que suportou, amor que conheci.
Amor que me deu, amor que recebi.
Amor que mudou a minha vida.
Amor, santo amor, do meu Deus.
Falar isto é tão bom, traz um sentimento de segurança, uma gostosa satisfação.
Preenche o vazio da alma, é o que importa de verdade.
Põe o que faltava em meu espírito, me anima e me revive.
Traz paz, acalenta meus sentimentos, da o rumo ao meu ser.
Diferencia e amplia minha visão.
Me mostra que o Senhor me alcançou, o quanto tem feito por mim.
Meu Deus.
Fez toda a diferença, me buscou e me pôs de pé.
Me mostrou a nova direção, me deu a chance, me renovou.
Sutilmente e com amor, agiu.
Marcou e me deu um novo tempo, me convenceu com delicadeza.
Meu Deus.
Amor que ensina, puro amor.
Amor que suportou, amor que conheci.
Amor que me deu, amor que recebi.
Amor que mudou a minha vida.
Amor, santo amor, do meu Deus.
terça-feira, 2 de março de 2010
Consciência
Luta difícil esta, a de travar discussão com a consciência.
Muitas vezes ela tem razão, mas as vezes desconfio de suas tendências.
Algumas vezes eu a pego tão distraída que concluo que não posso confiar nela.
Em certas ocasiões ela está tão convicta que tenho de ceder.
Confesso que muitas vezes tentei ludibriá- la, mas depois me senti culpado.
Algumas vezes decidi desprezá- la, mas também cheguei à conclusão,de que a sua paciência merecia respeito.
Outras vezes pensei que ela estava enferma, porém percebi que ela estava somente triste por eu não considerá- la, não ouví- la.
Depois de pensar e analisar o andamento das coisas, me senti um tolo, estava lutando contra alguém que durante todo o tempo está tentando polir, dirigir, aperfeiçoar, e me salvar dos ímpetos do meu ser.
No fim das considerações entendi que ter a mente de Cristo, é ter as atitudes de uma consciência pura diante de Deus, "sem a qual ninguém verá ao Senhor".
Crentes sinceros e piedosos de todo o mundo já mostraram em suas experiências, que a partir do momento em que purificaram suas consciências, suas atitudes mudaram, e a partir daí começaram a ver os milagres do Senhor.
Os crentes querem ter vitória, querem ter experiência com Deus, querem ter o poder de realizarem grandes coisas para o Senhor, mas vivem vidas medíocres em seu íntimo, e continuam querendo poder; ainda não aprenderam que a santificação começa no mais profundo do nosso ser, e os resultados irão além.
A santificação começa em nossa consciência.
A consciência aliada ao Espírito Santo é a fórmula vitoriosa da vida que glorifica ao Senhor.
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Devemos manter a fé e a consciência limpa. Porquanto muitos, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé. 1 Tim 1:19
Muitas vezes ela tem razão, mas as vezes desconfio de suas tendências.
Algumas vezes eu a pego tão distraída que concluo que não posso confiar nela.
Em certas ocasiões ela está tão convicta que tenho de ceder.
Confesso que muitas vezes tentei ludibriá- la, mas depois me senti culpado.
Algumas vezes decidi desprezá- la, mas também cheguei à conclusão,de que a sua paciência merecia respeito.
Outras vezes pensei que ela estava enferma, porém percebi que ela estava somente triste por eu não considerá- la, não ouví- la.
Depois de pensar e analisar o andamento das coisas, me senti um tolo, estava lutando contra alguém que durante todo o tempo está tentando polir, dirigir, aperfeiçoar, e me salvar dos ímpetos do meu ser.
No fim das considerações entendi que ter a mente de Cristo, é ter as atitudes de uma consciência pura diante de Deus, "sem a qual ninguém verá ao Senhor".
Crentes sinceros e piedosos de todo o mundo já mostraram em suas experiências, que a partir do momento em que purificaram suas consciências, suas atitudes mudaram, e a partir daí começaram a ver os milagres do Senhor.
Os crentes querem ter vitória, querem ter experiência com Deus, querem ter o poder de realizarem grandes coisas para o Senhor, mas vivem vidas medíocres em seu íntimo, e continuam querendo poder; ainda não aprenderam que a santificação começa no mais profundo do nosso ser, e os resultados irão além.
A santificação começa em nossa consciência.
A consciência aliada ao Espírito Santo é a fórmula vitoriosa da vida que glorifica ao Senhor.
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Devemos manter a fé e a consciência limpa. Porquanto muitos, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé. 1 Tim 1:19
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