quarta-feira, 29 de julho de 2009

A morte da razão.

Um dia todos vamos partir, viver, realizar ou não.
Eu marquei minha presença, aqui alguma importância na vida de alguns.
Para Deus, também marquei presença, eu me importei.
Valor é pra quem percebe, falar meio que em código, quem se importa?
Deus me entende muito bem, Ele sabe o que penso.
Para Ele meus paradigmas estão claros.
Na ditadura falava-se em conjeturas, na ditadura da ignorância sobrevive quem diz sem falar.
Sofro pelo que disse, a tirania tirou meus direitos, me oprimiram com seus marasmos.
O amor passou de largo, ombro amigo cadê?
Sobrevivo com as migalhas, a razão está solitária.
Soluço a sós.

Um comentário:

  1. Profundo e meio triste, mas concordo em gênero, número e grau.

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